O Conselho Federal de Medicina regula a publicidade médica no Brasil com regras específicas — diferentes das que valem para qualquer outro tipo de negócio. Este guia resume os princípios gerais mais relevantes na hora de anunciar. Ele não substitui a leitura do texto oficial vigente: antes de publicar qualquer criativo, vale sempre consultar a resolução atual do CFM ou o seu Conselho Regional de Medicina.
O que geralmente é permitido
- Informar especialidade, área de atuação e formação (com registro no CRM visível).
- Divulgar horários de atendimento, endereço e formas de contato.
- Produzir conteúdo educativo de saúde — explicar uma condição, um exame, um procedimento, de forma informativa.
- Compartilhar a experiência e o método de trabalho do médico, sem prometer desfecho.
O que geralmente é proibido
- Prometer ou garantir resultado. Nenhum procedimento médico pode ser anunciado como infalível ou com desfecho garantido.
- Comparar-se a outros profissionais. Anúncios não podem se posicionar como "melhor que" outro médico ou clínica.
- Usar linguagem sensacionalista ou apelativa. Superlativos como "o melhor", "único", "número 1" tendem a ser vetados.
- Uso indevido de imagens de antes e depois. Há regras específicas e restritivas sobre esse tipo de material — quando permitido, costuma exigir contexto, consentimento e finalidade estritamente informativa, nunca promocional.
- Depoimento de paciente usado como prova de eficácia. Relatos pessoais não podem ser apresentados como garantia de resultado para outros pacientes.
Por que isso importa mais do que parece
Um anúncio fora das normas não é só reprovado pela plataforma (Google e Meta também têm suas próprias políticas para conteúdo de saúde) — pode gerar questionamento ético junto ao Conselho Regional de Medicina do médico responsável. O risco não é da agência. É do profissional que assina o CRM.
Como transformar restrição em vantagem competitiva
A maioria dos concorrentes de qualquer médico também está sujeita às mesmas regras — o que muda é a qualidade de quem sabe comunicar dentro delas. Autoridade, método e transparência de processo comunicam confiança tão bem quanto uma promessa de resultado, sem o risco.
Como a Castellum garante isso
Por atuar exclusivamente com médicos há mais de 4 anos, a Castellum já testou o que funciona dentro das normas do CFM, especialidade por especialidade — o compliance não é uma revisão feita depois, é parte do processo de criação desde o primeiro rascunho do criativo.